sexta-feira, 27 de abril de 2012

O Aprender motivado pela CANÇÃO...♫

Seduzir

                  Djavan

CANTAR, é mover o dom
do fundo de uma paixão
Seduzir, as pedras, catedrais, coração
Amar, é perder o tom     ♪
nas comas da ilusão♫
Revelar, todo o sentido
Vou andar, vou voar, pra ver o mundo
Nem que eu bebesse o mar 
Encheria o que eu tenho de fundo.

      Partindo da premissa de que a canção movimenta a nossa alma, impulsionando a vários campos do saber, é que neste 1º bimestre de 2012, a E. M. Pimentel de Carvalho pautou suas atividades no Projeto pedagógico: "O Aprender motivado pela Canção", que teve sua culminância no dia 27/04, com apresentações variadas por parte dos alunos.
         Nós, enquanto agentes de leitura, além de trabalharmos várias letras de música e algumas poesias, também fizemos com o 3º ano - 301 - um amplo debate sobre o vídeo "Para a nossa alegria" (http://www.youtube.com/watch?v=RIM_zrNZqNc), onde temos a representação de uma família "comum" tentando cantar e/ou tocar a música conhecida no meio evangélico como "Nos galhos secos" (http://www.youtube.com/watch?v=S6PAgXU8gwU&feature=related). Depois de analisarmos a letra da canção, resolvemos então, tentar fazer melhor que a família do vídeo em questão. Confesso que ficou bastante interessante, diria até que arrepiante, ver aqueles meninos na faixa etária de 10 anos, cantando esta linda melodia de forma bem mais harmônica. Durante nosso trabalho eu contei para esta turma, em particular, que eu, professora Joana, também havia tentado fazer um vídeo (cover) com um grupo de amigos desenvolvendo nossa performance da música: http://www.youtube.com/watch?v=cU2AY4Xb8gA.
        No dia da culminância fomos convidados a "mergulhar" no túnel do tempo, com as canções da Xuxa, "Brincar de Índio", da Baby do Brasil, "Emília", dentre tantas outras, até mesmo atuais, como por exemplo, a "Dança do Macaco" do Patati e Patatá. 





           "Vamos brincar de índio, mas sem mocinho pra me pegar. Venha pra minha tribo, eu sou cacique, você é meu par...♫"




          "Diz o poeta: O artista vai onde o povo está..."
        "Quem sabe faz ao vivo!!!"


       "♪ De uma caixa de costura, pano, linha e agulha, nasceu uma menina valente: Emília, a boneca gente.(...) Ela é feita de pano, mas pensa como um ser humano. Esperta e atrevida, é uma maravilha, Emília Emília ♫!!"




        "E o Senhor, Nosso Deus, "nos tem abençoado" PARA A NOSSA ALEGRIAAAAAAAAA!!!!♫"


         "PARA A NOSSA ALEGRIAAAAAAA!!!!!"

quarta-feira, 11 de abril de 2012


Fique esperto!!! Vá procurar um livro!!!

        Gente!!! Estamos num ano decisivo em nossas cidades: eleitoral. É hora de pensarmos bem antes de escolher dentre as "opções" disponíveis. É inconcebível um governo que está mais preocupado com quantidade que com qualidade, principalmente no que diz respeito à educação. Hoje estou profundamente INDIGNADA com a educação pública, que sempre considerei de qualidade, haja vista que sou fruto dela... Simplesmente passei uma tarde inteira numa turma de educação infantil (alunos com 4 anos), sem a menor infra-estrutura, isto é, numa sala inapropriada (pequena), sem material apropriado, como massinha, blocos de encaixe, brinquedos... Pra piorar a escola estava sendo pintada... (em pleno horário de aula), e choveu copiosamente a tarde, ou seja, não sobrou nem o pátio para brincarmos. Até quando as autoridades vão tratar alunos como mera mercadoria??? E escolas como depósitos de pequenos "adultos", pq só adulto pra ficar 4h numa sala pequena sem brincar... pequena e sem ventilador... trabalhei com guache, giz de cera, literatura infantojuvenil, e, como eu previa, não foi suficiente... simplesmente pelo fato da escola não estar preparada para receber alunos da educação infantil... e pq abre matrícula? pra receber PDE, PMDE, e outras verbas q são calculadas na quantidade de alunos???? Ah, tenha a santa paciência!!! Quem vai pra sala de aula são seres humanos. alunos e professores, q como tais merecem o seu devido respeito. Se eu fosse mãe de um destes alunos, no mínimo fotografaria a sala q minha filha está inserida e faria uma boa denúncia no Ministério Público... o q eu vi e vivi hj é inconcebível... não devemos nos calar por nada neste mundo... são vidas preciosas que estão em jogo... Quero crer q hj vivi um pesadelo... e q amanhã tudo estará diferente... EU AINDA ACREDITO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA, SÓ ESTÁ DIFÍCIL ACREDITAR NA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO... #fica a dica e a reflexão

(fato vivido no dia 10/04/2012)

sábado, 31 de março de 2012

Uma tarde deitada no "Sofá Estampado" de Lygia Bojunga:

       
O SOFÁ ESTAMPADO
LYGIA  BOJUNGA 
"É pequeno, tem só dois lugares. E fica perto da janela. Pro sol não desbotar o estampado..." Assim começa a história que a autora gaúcha Lygia Bojunga Nunes escreveu em 1980 e que continua extremamente atual. A narrativa conta a história de Vitor, um tatu apaixonado por Dalva, uma gata angorá. Dalva passa seus dias sentada no sofá estampado assistindo a todos os programas de televisão. Ela quer ganhar um concurso por ficar mais tempo em frente à televisão. Vitor fica na volta, tentando chamar sua atenção, pedindo-a em casamento. Sem conseguir. O desejo de ganhar o tal concurso não permite que ela desvie o olhar do televisor a não ser para atender ao telefone e comunicar a programação que está assistindo. Muito esperto, Vitor encontra a possibilidade de receber a atençao de Dalva se ele mesmo aparecer na TV e declarar seu amor à ela. Vitor é um tatu que cava o tempo todo. Um dia, desiludido pela falta de atenção da Dalva, ele cava o sofá estampado e volta ao passado, para descobrir algumas diferenças e reencontrar aspectos de seu caráter. E no meio disso tudo há a presença da avó do Vitor, arqueóloga que pesquisa tudo sobre os tatus.

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/children-and-youth/1776295-sof%C3%A1-estampado/#ixzz1xLp3YTma



  • Alguns alunos da E. M. Pimentel de Carvalho ilustrando "O Sofá Estampado" após a leitura dos dois primeiros capítulos.










  • A professora da sala de leitura, achando que o chão era um bom lugar para relaxar a coluna... bem diferente do sofá estampado da Lygia.